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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Quando Idolatramos a Bíblia
A bíblia é contada entre os livros mais lidos do mundo. É usada como fonte de pesquisa, de fé e manual de vida. Olhamos para ela sob várias perspectivas. De fonte histórica somente a amuleto e ocultismo. O livro que fala tanto contra idolatria pode tornar-se um objeto de adoração.
Lembro-me que quando ainda criança sempre que a lia, beijava-a e reverenciava-a. Minha mãe me instruía a fazer assim. Eu amava a bíblia, mas não me deleitava com os seus ensinos, pois tinha pouco entendimento. Era a bíblia para mim um objeto de adoração, uma idolatria.
Não faz muito tempo, dei uma bíblia de presente a um colega de trabalho. Era um rapaz muito trabalhador, mas sofria muito com alcoolismo. Um dia, enquanto descansávamos do almoço, meio embriagado, ele disse: “nuca ganhei um presente tão bom, bebo minhas pingas, mas leio a bíblia”. No tom que ele falava cabia a interpretação: bebo, mas sou religioso, leio a bíblia. Por falta de entendimento, o ato de ler a bíblia, não passava de uma idolatria.
Constantemente vemos nas estantes e escrivaninhas bíblias abertas no Salmo 91. Por ser um salmo com promessa de proteção, deixá-lo exposto pode impedir alguma ação do maligno, do mau olhado ou coisas semelhantes. Mas quando leio o capítulo 4 de Mateus e vejo satanás tentando Jesus com citações desse salmo, concluo que nesse caso, a bíblia não passa de um amuleto, que também se caracteriza idolatria.
Na adoração a outros deuses, tão condenada pelas escrituras, estava incluso adivinhações. Geralmente era consultado algum vidente antes de sair para a guerra ou para tomada de decisões. Hoje, muita gente, não faz nada sem antes tirar um versículo na caixinha de promessas para saber o que Deus vai falar. Em São Paulo, quando visitava uma família, chegou um pseudo-pastor, abriu a bíblia a começou a fazer adivinhações para minha esposa, tentando prever o nosso futuro. É evidente que, tanto nos tempos bíblicos quanto no século XXI, têm os profetas de Deus que falam pelo Espírito Santo. Toda via a quiromancia, adivinhações pela leitura das mãos; a teomancia, adivinhações por uma suposta inspiração de Deus; a bibliomancia, adivinhações através de textos bíblicos; e a cartomancia, adivinhações pelas cartas, não é nada além de ocultismo, o que também pode ser caracterizado como idolatria.
Contudo, não há dúvidas de que ela é a Palavra de Deus. Ela é Luz (Sl 119. 105), a revelação de Deus para humanidade. Seus ensinos nos enchem de sabedoria, maturidade, fé e esperança. O que está escrito nela é a verdade objetiva. É uma história de amor. Do amor de Deus para com os homens. Mas só nos beneficiaremos dessa graça se nos aproximarmos dela com o objetivo de entender e viver o que está escrito. Para isso temos que lê-la como um livro que precisa ser entendido. Se pedirmos ajuda ao Espírito Santo, Ele guiará nossa mente para a compreensão.
Não podemos cometer o mesmo erro dos saduceus (seita do judaísmo nos dias de Cristo). Eles não conheciam as escrituras. Veja o que Jesus disse a eles: “ Porventura não errais vós em razão de não compreenderdes as Escrituras nem o poder de Deus?” (Mc 12. 24). Nem seguir o exemplo de Israel nas ocasiões em que caiu no pecado da Idolatria, seduzido pelas nações vizinhas. Os idólatras não entrarão no céu (Ap 22.15). Se atentarmos para a bíblia com crendices, superstições e hábitos do senso comum perderemos o conhecimento da vontade de Deus, tão necessário para a nossa salvação.
Em toda a bíblia se extrai lições para o dia a dia. No Novo Testamento está revelado o Plano de salvação. Mas vou concluir com três citações que poderão mudar tua vida para sempre:
e, tirando-os para fora, disse: Senhores, que me é necessário fazer para me salvar?
Responderam eles: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. (At 16,30,31)
Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo (At 2. 38).
Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam; (At 17.30)
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Voto de pobreza ou prosperidade?
Boa parte dos cristãos vivem confusos em relação a algumas práxis religiosas oriundas de interpretações das escrituras. Indivíduos, grupos e instituições defendem pensamentos em textos da bíblia. Enquanto os franciscanos e grupos mendicantes vêem virtudes na pobreza, teólogos da confissão positiva enxergam a prosperidade financeira como bênção de Deus.
Os franciscanos, provavelmente seja a mais importante ordem mendicante da igreja Católica Apostólica Romana. Francisco (1182-1226) da cidade de Assis (Itália), filho de família nobre (seu pai era um rico mercador de tecidos), após uma grave doença, reuniu um grupo de ajudantes para saírem servindo aos doentes e necessitados.
A principal característica dos franciscanos é o voto de pobreza. Ao ler a comissão de Jesus aos seus discípulos (Mt 10, 7-10), entendeu que deveria sair descalço, dormindo no relento e comendo pouco. Tinha que ter autonegação, conforme sua maneira de entender Lucas 9,23. Francisco de Assis contribuiu com a sociedade de sua época e pela missão da Igreja Católica. Constantemente ouvimos o ideal de Francisco de Assis em forma de reza: “é dando que recebemos, é perdoando que somos perdoados e é morrendo que despertamos para a vida”.
O Brasil foi colonizado com a teologia do “voto de pobreza”. Isso ficou tão arraigado na mente das pessoas que muitos ainda hoje, no século XXI, acham que ser pobre é uma grande virtude. Geralmente ouvimos pessoas dizerem de alguém que mudou de posição social: “fez pacto com o diabo”. Não podemos negar a contribuição social de Francisco e atualmente dos franciscanos. Porém, com recursos financeiros poderemos fazer mais pelos pobres.
O Frei Celso Teixeira, em seu artigo intitulado, “São Francisco de Assis e a Opção Pelos Pobres”, chama a atenção para a teologia da libertação, a teologia dos oprimidos. Teixeira diz que os franciscanos devem fazer uma releitura da “opção pelos pobres”. No mundo capitalista a pobreza é um processo, é resultado das injustiças sociais. Diz também que na idade média não tinha ainda a filosofia de Marx. Pena que essa teologia é revolucionária. É mais marxista do que bíblica. Alguns de seus propagadores até justificam atos de violência. Todavia, aplicada com equilíbrio, não deixa de ter o seu valor social.
Talvez a teologia da libertação seja um pouco mais solidária com os pobres do que a teologia da prosperidade. Porém, a teologia da bênção financeira desperta mais sonhos e esperança no indivíduo. Pena que é muito capitalista. Muitas vezes deixa alguém frustrado. Faz reduzir a Bênção de Deus a bens materiais, coisas passageiras. O ser humano tem dificuldades em diferenciar o essencial do supérfluo.
A influência da Teologia da prosperidade nas igrejas não compactuantes com o pensamento é muito obvia. Isso porque a maioria das pregações na televisão é por adeptos dessa teologia. Mesmo em igrejas que a liderança chama para o equilíbrio e o entendimento da Palavra de Deus, seus membros têm mais facilidades em falar de conquistas materiais. Sendo que a maior bênção é a salvação.
O que a Bíblia realmente diz sobre a pobreza e a prosperidade?
Esse texto fala sobre o enriquecimento ilícito. Todos devem amar pessoas em vez de coisas ou dinheiro.
Esse texto deixa claro que podemos ter riquezas, o que não podemos é ser egoístas e arrogantes.
Esse texto orienta sobre a finalidade das riquezas materiais. A pregação do evangelho e a ação social dependem de recursos financeiros.
Jesus disse que não tinha onde reclinar a cabeça. Na sua entrada triunfal em Jerusalém, dependeu de uma jumenta emprestada. Exercia uma profissão simples, era carpinteiro. Não nasceu em um “berço de ouro”, mas numa manjedoura. Toda via, foi sepultado no sepulcro do senador José de Arimatéia. Não censurou a riqueza de Zaqueu. O fato de Jesus ter dado mais atenção aos pobres do que aos ricos não quer dizer que as pessoas não podem ter riquezas. Jesus nunca sugeriu fazer voto de pobreza. Uma ordem numa determinada ocasião para os seus discípulos (Mt 10. 7-10) não quer dizer que em qualquer época da história é um modelo a ser seguido. É um grande erro fazer doutrina de uma narrativa bíblica, até porque não é mandamento. O que se extrai são os princípios. O contexto histórico e imediato deve ser levado em consideração. Só assim será possível entender o que realmente quer dizer. Os versículos anteriores principalmente o 4 e o 5 deixa claro que aquela ordem foi ocasional: “A estes doze enviou Jesus, e ordenou-lhes, dizendo: Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Na ordem para pregar a toda criatura não está incluso a abstinência de alforje ou quaisquer outras provisões (Mc 16.15-18; Mt 28.19-20). Muitos homens de Deus da história eram ricos: Abraão, Jó, e outros.
Também é errado dizer que ser rico é ser abençoado. Até Paulo, o grande apóstolo teve momentos de bonança e de necessidade:
Pena que a Teologia da Confissão Positiva só trabalha com o versículo 13 do texto acima.
O grande avalista inglês do século XVIII, John Wesley, apresentou uma ética equilibrada sobre dinheiro: “Quando ganhar o máximo que puder, economizar o máximo que puder, poderá fazer doações o máximo que puder”. Na pós-modernidade, é preciso pessoas éticas para a ação social e indivíduos com condições de doar.
A essência do Cristianismo é que faz a diferença. Quem faz voto de pobreza e torna-se eremita ainda carece do conhecimento da verdadeira santidade e do amor cristão. É possível fazer a vontade de Deus sem ser preciso isolar-se. Basta viver em comunhão com Cristo e obedecer a sua Palavra do jeito que ela é; amando as pessoas e falando do amor de Jesus. Veja o que Cristo disse no sermão do monte:
Para ser luz do mundo não precisa ser rico e nem viver uma vida ascética. Basta ter o amor de Deus operando em si.
Apesar das boas obras dos salvos, a salvação é pela obra de Cristo. Foi isso que Paulo explicou aos efésios: “ Porque pela graça sois salvos por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef 2.8,9). Quem é salvo pratica boas obras porque a salvação não é algo só para o futuro, ela é composta do passado e do presente também. No passado foi executada a obra do calvário, Cristo morreu por nós; atualmente, respondemos o apelo pela fé e o Espírito Santo faz a transformação (2Co 5.17); e no futuro, a vida eterna (Jo 14.1-3). Quem tem uma vida transformada vive a essência do cristianismo.
Deus não está interessado em o ser humano ser rico ou pobre. O que ele quer é que as pessoas aceitem o apelo para a salvação. Que sejam transformados. Que vivam em santidade. Que pratiquem o amor. Que obedeçam a sua Palavra.
Os franciscanos, provavelmente seja a mais importante ordem mendicante da igreja Católica Apostólica Romana. Francisco (1182-1226) da cidade de Assis (Itália), filho de família nobre (seu pai era um rico mercador de tecidos), após uma grave doença, reuniu um grupo de ajudantes para saírem servindo aos doentes e necessitados.
A principal característica dos franciscanos é o voto de pobreza. Ao ler a comissão de Jesus aos seus discípulos (Mt 10, 7-10), entendeu que deveria sair descalço, dormindo no relento e comendo pouco. Tinha que ter autonegação, conforme sua maneira de entender Lucas 9,23. Francisco de Assis contribuiu com a sociedade de sua época e pela missão da Igreja Católica. Constantemente ouvimos o ideal de Francisco de Assis em forma de reza: “é dando que recebemos, é perdoando que somos perdoados e é morrendo que despertamos para a vida”.
O Brasil foi colonizado com a teologia do “voto de pobreza”. Isso ficou tão arraigado na mente das pessoas que muitos ainda hoje, no século XXI, acham que ser pobre é uma grande virtude. Geralmente ouvimos pessoas dizerem de alguém que mudou de posição social: “fez pacto com o diabo”. Não podemos negar a contribuição social de Francisco e atualmente dos franciscanos. Porém, com recursos financeiros poderemos fazer mais pelos pobres.
O Frei Celso Teixeira, em seu artigo intitulado, “São Francisco de Assis e a Opção Pelos Pobres”, chama a atenção para a teologia da libertação, a teologia dos oprimidos. Teixeira diz que os franciscanos devem fazer uma releitura da “opção pelos pobres”. No mundo capitalista a pobreza é um processo, é resultado das injustiças sociais. Diz também que na idade média não tinha ainda a filosofia de Marx. Pena que essa teologia é revolucionária. É mais marxista do que bíblica. Alguns de seus propagadores até justificam atos de violência. Todavia, aplicada com equilíbrio, não deixa de ter o seu valor social.
Talvez a teologia da libertação seja um pouco mais solidária com os pobres do que a teologia da prosperidade. Porém, a teologia da bênção financeira desperta mais sonhos e esperança no indivíduo. Pena que é muito capitalista. Muitas vezes deixa alguém frustrado. Faz reduzir a Bênção de Deus a bens materiais, coisas passageiras. O ser humano tem dificuldades em diferenciar o essencial do supérfluo.
A influência da Teologia da prosperidade nas igrejas não compactuantes com o pensamento é muito obvia. Isso porque a maioria das pregações na televisão é por adeptos dessa teologia. Mesmo em igrejas que a liderança chama para o equilíbrio e o entendimento da Palavra de Deus, seus membros têm mais facilidades em falar de conquistas materiais. Sendo que a maior bênção é a salvação.
O que a Bíblia realmente diz sobre a pobreza e a prosperidade?
Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. (1Tm 6,9).
Esse texto fala sobre o enriquecimento ilícito. Todos devem amar pessoas em vez de coisas ou dinheiro.
Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos. (1Tm 6,17).
Esse texto deixa claro que podemos ter riquezas, o que não podemos é ser egoístas e arrogantes.
Que pratiquem o bem, que se enriqueçam de boas obras, que sejam liberais e generosos, entesourando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a verdadeira vida. (1Tm 6.18,19).
Esse texto orienta sobre a finalidade das riquezas materiais. A pregação do evangelho e a ação social dependem de recursos financeiros.
Jesus disse que não tinha onde reclinar a cabeça. Na sua entrada triunfal em Jerusalém, dependeu de uma jumenta emprestada. Exercia uma profissão simples, era carpinteiro. Não nasceu em um “berço de ouro”, mas numa manjedoura. Toda via, foi sepultado no sepulcro do senador José de Arimatéia. Não censurou a riqueza de Zaqueu. O fato de Jesus ter dado mais atenção aos pobres do que aos ricos não quer dizer que as pessoas não podem ter riquezas. Jesus nunca sugeriu fazer voto de pobreza. Uma ordem numa determinada ocasião para os seus discípulos (Mt 10. 7-10) não quer dizer que em qualquer época da história é um modelo a ser seguido. É um grande erro fazer doutrina de uma narrativa bíblica, até porque não é mandamento. O que se extrai são os princípios. O contexto histórico e imediato deve ser levado em consideração. Só assim será possível entender o que realmente quer dizer. Os versículos anteriores principalmente o 4 e o 5 deixa claro que aquela ordem foi ocasional: “A estes doze enviou Jesus, e ordenou-lhes, dizendo: Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Na ordem para pregar a toda criatura não está incluso a abstinência de alforje ou quaisquer outras provisões (Mc 16.15-18; Mt 28.19-20). Muitos homens de Deus da história eram ricos: Abraão, Jó, e outros.
Também é errado dizer que ser rico é ser abençoado. Até Paulo, o grande apóstolo teve momentos de bonança e de necessidade:
Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece. (Fl 4. 12,13).
Pena que a Teologia da Confissão Positiva só trabalha com o versículo 13 do texto acima.
O grande avalista inglês do século XVIII, John Wesley, apresentou uma ética equilibrada sobre dinheiro: “Quando ganhar o máximo que puder, economizar o máximo que puder, poderá fazer doações o máximo que puder”. Na pós-modernidade, é preciso pessoas éticas para a ação social e indivíduos com condições de doar.
A essência do Cristianismo é que faz a diferença. Quem faz voto de pobreza e torna-se eremita ainda carece do conhecimento da verdadeira santidade e do amor cristão. É possível fazer a vontade de Deus sem ser preciso isolar-se. Basta viver em comunhão com Cristo e obedecer a sua Palavra do jeito que ela é; amando as pessoas e falando do amor de Jesus. Veja o que Cristo disse no sermão do monte:
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.( Mt 5. 14-16).
Para ser luz do mundo não precisa ser rico e nem viver uma vida ascética. Basta ter o amor de Deus operando em si.
Apesar das boas obras dos salvos, a salvação é pela obra de Cristo. Foi isso que Paulo explicou aos efésios: “ Porque pela graça sois salvos por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Ef 2.8,9). Quem é salvo pratica boas obras porque a salvação não é algo só para o futuro, ela é composta do passado e do presente também. No passado foi executada a obra do calvário, Cristo morreu por nós; atualmente, respondemos o apelo pela fé e o Espírito Santo faz a transformação (2Co 5.17); e no futuro, a vida eterna (Jo 14.1-3). Quem tem uma vida transformada vive a essência do cristianismo.
Deus não está interessado em o ser humano ser rico ou pobre. O que ele quer é que as pessoas aceitem o apelo para a salvação. Que sejam transformados. Que vivam em santidade. Que pratiquem o amor. Que obedeçam a sua Palavra.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Junho, o Mês do Centenário das Assembleias de Deus
No dia 19 de novembro de 1910 chegaram em Belém – PA, vindo dos Estados Unidos, os missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren. Ainda não conhecendo a língua portuguesa foram morar no porão da Igreja Batista.
Assim que começaram a ensinar e pregar, anunciaram a doutrina dos dons espirituais e do batismo com o Espírito Santo. Alguns membros da Igreja Batista de Belém creram na doutrina, entre eles, as irmãs Celina Albuquerque e Maria de Nazaré, que receberam a experiência com a evidência de falar em línguas no dia 2 de junho de 1911.
No dia 13 de junho, por causa da experiência pentecostal de Celina e Maria de Nazaré, e também a doutrina ensinada por vinngren e Berg, 13 pessoas foram desligadas da igreja (conforme ata da reunião).
Estes fatos ocasionaram uma reunião com 18 pessoas, mais Berg e Vinngren, no dia 18 de junho do mesmo ano para fundarem a igreja Missão de Fé Apostólica, que a partir de 1914 passaria a chamar Igreja Assembleia de Deus.
O fato dos números coincidirem (Celina e Maria de Nazaré serem batizadas com Espírito Santo no dia dois, 13 pessoas serem desligadas no dia treze e 18 pessoas se reunirem no dia dezoito), não dá autoridade para dizer que isto foi um mistério. Todavia, um movimento que começou com poucas pessoas, com muitas dificuldades, as doutrinas ensinadas manifestas na experiência e por fim, alcançar expressão não só no Brasil, mas no mundo, só pode ser o agir de Deus. (Extraído do Mensageiro da Paz, junho 2011, pg. 3).
Alécio Cardoso dos Santos
Pastor da Igreja Assembleia de Deus de Itambé
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Informações sobre os 49 cursos de pós
Ligue para (44) 3231-1149
Celular: (44) 8833-6717
Falar com Alécio Santos
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
PÓS-GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA
Veja os cursos de pós-graduação a distância oferecidos pela FACEL, na representação do Prof. Alécio Santos na região de Maringá.
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DA EDUCAÇÃO:
- Pedagogia Empresarial
- Alfabetização e Letramento
- Educação a Distância
- Educação Ambiental
- Educação de Jovens e Adultos
- Educação Especial Inclusiva
- Gestão em Educação Infantil e Docência
- Gestão Escolar (Administração, Supervisão e Orientação)
- Metodologia do Ensino da Língua Espanhola
- Metodologia do Ensino da Língua Inglesa
- Metodologia do Ensino de Filosofia
- Metodologia do Ensino de Matemática
- Metodologia do Ensino de Música
- Novas Tecnologias Educacionais
- Pedagogia Social
- Metodologia do Ensino de Artes
- Gestão Disciplinar
- Metodologia do Ensino de Educação Física
- Educação Especial com Ênfase em Estimulação Precoce
- Educação Inclusiva com Ênfase em Avaliação Diagnóstica Escolar
- Educação Especial Inclusiva com Ênfase em Gestão
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE LETRAS:
- Habilidades Comunicativas na Pós-Modernidade
- Língua Inglesa
- Letras: Português e Literatura
- Língua Espanhola
- Língua Portuguesa
- Teoria da Literatura e Produção de Texto
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE FILOSOFIA:
- Filosofia Contemporânea
- Filosofia e Sociologia
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE TEOLOGIA:
- Ciências da Religião
- Docência do Ensino Religioso
- Educação Cristã
- Gestão Eclesiástica
- Psicologia Pastoral
- Teologia, Louvor e Adoração
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NAS ÁREAS DE ADMINISTRAÇÃO E CONTÁBEIS:
- Comunicação Empresarial
- Controladoria
- Empreendedorismo
- Gestão de Pessoas
- Gestão Empresarial
- Gestão Pública
- Logística
- Marketing
- Gestão Ambiental
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE PSICOLOGIA:
- Dependência Química
- Teoria Psicanalítica
- Psicopedagogia - Aspectos Teóricos
- Gerontologia
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DA EDUCAÇÃO:
- Pedagogia Empresarial
- Alfabetização e Letramento
- Educação a Distância
- Educação Ambiental
- Educação de Jovens e Adultos
- Educação Especial Inclusiva
- Gestão em Educação Infantil e Docência
- Gestão Escolar (Administração, Supervisão e Orientação)
- Metodologia do Ensino da Língua Espanhola
- Metodologia do Ensino da Língua Inglesa
- Metodologia do Ensino de Filosofia
- Metodologia do Ensino de Matemática
- Metodologia do Ensino de Música
- Novas Tecnologias Educacionais
- Pedagogia Social
- Metodologia do Ensino de Artes
- Gestão Disciplinar
- Metodologia do Ensino de Educação Física
- Educação Especial com Ênfase em Estimulação Precoce
- Educação Inclusiva com Ênfase em Avaliação Diagnóstica Escolar
- Educação Especial Inclusiva com Ênfase em Gestão
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE LETRAS:
- Habilidades Comunicativas na Pós-Modernidade
- Língua Inglesa
- Letras: Português e Literatura
- Língua Espanhola
- Língua Portuguesa
- Teoria da Literatura e Produção de Texto
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE FILOSOFIA:
- Filosofia Contemporânea
- Filosofia e Sociologia
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE TEOLOGIA:
- Ciências da Religião
- Docência do Ensino Religioso
- Educação Cristã
- Gestão Eclesiástica
- Psicologia Pastoral
- Teologia, Louvor e Adoração
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NAS ÁREAS DE ADMINISTRAÇÃO E CONTÁBEIS:
- Comunicação Empresarial
- Controladoria
- Empreendedorismo
- Gestão de Pessoas
- Gestão Empresarial
- Gestão Pública
- Logística
- Marketing
- Gestão Ambiental
CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO NA ÁREA DE PSICOLOGIA:
- Dependência Química
- Teoria Psicanalítica
- Psicopedagogia - Aspectos Teóricos
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